Edição enviada por email em sexta-feira, 21 de agosto de 2026 às 6h
bola curta
Edição de sexta-feira, 21 de agosto
Nota do editor
Passando aqui para desejar um excelente final de semana a todos. Que seja um final de semana abençoado, de descanso e bons momentos.
TG
☕ Bom dia, tenista! Sexta-feira chegando com notícia boa pra quem estava com saudade de ver um certo espanhol em quadra.
Em 10 segundos
Carlos Alcaraz confirma a volta e agita o US Open.
A história secreta por trás da carreira de Novak Djokovic.
Dia de vitórias para o Brasil no circuito de duplas.
Tenista da semana: Marcelo Ríos
Manchete do dia
O campeão está de volta
Depois de quatro meses de molho, o tênis tem um de seus protagonistas de volta. Carlos Alcaraz anunciou ontem, em suas redes sociais, que está recuperado da lesão no punho direito e vai mesmo disputar o US Open, que começa em dez dias. A notícia acaba com a novela que se arrastava desde abril, quando o espanhol sentiu o problema no torneio de Barcelona.
A lesão custou caro: Alcaraz, que começou o ano vencendo o Australian Open, ficou de fora de Roland Garros e Wimbledon, dois dos maiores palcos do esporte. A ausência no Masters 1000 de Cincinnati, nesta semana, aumentou as dúvidas sobre sua participação no último Grand Slam do ano. Com um vídeo curto e a frase "Estou de volta", o atual número 2 do mundo confirmou que vai a Nova York para defender o título que conquistou em 2022.
Alcaraz agora corre contra o tempo para readquirir ritmo de jogo. Voltar direto em um torneio com partidas de melhor de cinco sets é um desafio físico e mental gigante, mas se tem alguém que já provou ser capaz do impossível, é ele.
Antes de se tornar o recordista de Grand Slams, a jornada de Novak Djokovic foi financiada de uma forma desesperada. Em seu novo documentário, 'O Lobo no Inverno', o sérvio e sua família revelam que precisaram pegar dinheiro emprestado com agiotas e "pessoas muito erradas, criminosos" para bancar o início de sua carreira. O pai, Srdjan, conta que a renda da família cobria apenas metade das despesas com treinos e viagens, e o resto vinha desses empréstimos perigosos. O documentário mostra desde a infância de Djokovic durante os bombardeios na Sérvia, expondo o tamanho do sacrifício por trás do sucesso.
WTA 1000 de Cincinnati · Quartas de final · Horário a definir
Um confronto de estilos na quadra dura de Cincinnati. A potência e a solidez de Coco Gauff contra o jogo agressivo e imprevisível de Marta Kostyuk, valendo um lugar entre as quatro melhores do torneio.
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Masters 1000 de Cincinnati · Quartas de final · 16:00 (BRT)
Duelo 100% americano em casa. O número 9 do mundo, Taylor Fritz, encara o compatriota Brandon Nakashima por uma vaga na semifinal. Fritz é o favorito no papel, mas em um confronto doméstico, tudo pode acontecer.
▸Ex-treinador das Williams aponta o problema de Sabalenka — Rick Macci, que treinou Venus e Serena na infância, deu sua opinião sobre a fase de Aryna Sabalenka. Para ele, o principal obstáculo da bielorrussa não é técnico, mas mental. Macci acredita que a pressão e as expectativas estão pesando, fazendo com que ela perca a confiança nos momentos decisivos, o que explicaria as quedas precoces em Toronto e Cincinnati. Leia mais →·Compartilhar no WhatsApp ↗
▸Pegula vence no drama e na dor — A vitória de Jessica Pegula sobre Amanda Anisimova em Cincinnati foi na base da superação. Após a partida, a americana revelou que sentiu dores e precisou de atendimento, mas que a adrenalina e a vontade de vencer em casa a ajudaram a superar o desconforto e fechar um jogo que ela mesma descreveu como "maluco". Leia mais →·Compartilhar no WhatsApp ↗
▸O pedido inusitado de Cobolli — O calor de Cincinnati rendeu uma cena curiosa na virada de Flavio Cobolli sobre Tommy Paul. Sofrendo com a temperatura, o italiano pediu à sua equipe que lhe trouxesse um sorvete na virada de quadra. O pedido não foi atendido, mas o italiano se divertiu com a situação e, mesmo sem o refresco, encontrou forças para vencer e chegar à sua primeira semifinal de Masters 1000. Leia mais →·Compartilhar no WhatsApp ↗
Especial · Tenista da semana
Toda sexta a gente puxa um nome que marcou o tênis e vai atrás do lado que pouca gente conta — a origem, as manias, as histórias por trás. Hoje é a vez de um dos caras mais talentosos e polêmicos que já pisaram numa quadra: o chileno Marcelo Ríos.
Canhoto, dono de um toque na bola que poucos tinham, mas com um temperamento que arrumava briga com a mesma facilidade, Ríos fez história. Ele foi o primeiro latino-americano a ser número 1 do mundo no tênis masculino, um feito gigantesco que abriu portas e inspirou uma geração inteira no continente.
Só que a carreira de "El Chino" é marcada pelo maior "e se?" do esporte. Apesar de todo o talento e de ter chegado ao topo do ranking, ele carrega uma marca única e agridoce: é o único número 1 da história sem um Grand Slam. Um gênio controverso que, no fim, jogou mais pela arte do que pelos troféus.
Fonte: Wikipédia
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Dia positivo para os brasileiros, principalmente nas duplas. No Challenger de Quebec, Fernando Romboli, ao lado do uruguaio Ariel Behar, passou fácil pela parceria de Poling e Puttergill e já está na semifinal.
Quem também avançou foi a dupla de Igor Marcondes e Marcelo Zormann no Challenger de Kingston. No simples, Victoria Luiza Barros venceu de virada no ITF de Campos do Jordão, enquanto João Loureiro se despediu na Suécia após uma batalha de três sets.
Hoje, a agenda brasileira tem Victoria Luiza Barros buscando a semifinal em Campos do Jordão. Nas duplas, Orlando Luz e Rafa Matos jogam as quartas em Cincinnati, e Fernando Romboli tenta uma vaga na final em Quebec.
O canal Tennis Banana apresenta os estereótipos mais comuns de raquetes de tênis. Assista para descobrir o que a sua escolha de equipamento diz sobre o seu perfil de jogador.
Neste dia, em 2006, nascia no Rio de Janeiro um certo João Fonseca. Mal sabiam que, 20 anos depois, ele seria a grande estrela do tênis brasileiro e o protagonista da nossa newsletter.